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Correria obriga profissionais a fazer tudo mais ou menos

Correria obriga profissionais a fazer tudo mais ou menos

 

Normalmente, a correria do dia a dia nos obriga a fazer muitos trabalhos ao mesmo tempo. A jornada que era para ser de oito horas diárias pode facilmente se estender por onze, doze ou infinitas horas extras (sem hífen de propósito!), gerando stress, cansaço e talvez alguns erros. Tudo para que nenhum assunto pare em nossas mãos e venhamos assim a ser cobrados por lentidão e/ou ineficiência.

 

Nesse contexto, a tentação é agir como o pato. O pato voa, o pato anda e o pato nada. Infelizmente, porém, não é perito em nenhuma das três atividades. A bem da verdade, realiza tudo de maneira bem capenga.

 

No mundo empresarial, acabamos tendo de nadar um pouco para lá, voar uns três metros para cá e andar meio sem saber ao certo aonde ir. Tudo bem mais ou menos. Só para tirar a batata quente do colo o mais rápido possível.

 

Pode até parecer inevitável, mas levar a vida assim é arriscado. A única fase da vida profissional onde podemos pagar um pouco o pato é durante o estágio profissional. Mesmo assim, sem exageros, já que a fase do estagiário coitadinho, acuado e largado no canto do escritório olhando para o micro com cara de sofrimento, chegou ao fim. Ninguém vai apostar as fichas de uma possível efetivação em alguém que faça tudo meia-boca como padrão.

 

Você que, como eu, já está inserido no mercado de trabalho há mais tempo, precisa ser melhor do que o pato. Tudo bem, não é mandatório voar como águia, nadar como golfinho, nem correr como guepardo ao mesmo tempo para crescer profissionalmente, mas obviamente quem o fizer estará léguas de distância à frente dos demais na corrida rumo aos patamares mais elevados das empresas. O ideal, é lógico, é ser ótimo no que se faz e esforçado para aprender novas coisas, nunca se acomodando nem se contentando com a mediocridade. Então, nada de pagar o pato, hein?

20 May 2013